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Biomas lança primeiro projeto de reflorestamento em larga escala na Mata Atlântica do Brasil

Biomas lança primeiro projeto de reflorestamento em larga escala na Mata Atlântica do Brasil

Biomas lança primeiro projeto de reflorestamento em larga escala na Mata Atlântica do Brasil

  • O primeiro projeto de reflorestamento em larga escala da Biomas plantará mais de 2 milhões de árvores nativas em 1,200 hectares.
  • O Projeto Mucununga visa gerar 500,000 créditos de carbono de alta integridade ao longo de 40 anos.
  • A Biomas integra restauração ambiental com impacto social envolvendo as comunidades locais desde o início.

A Biomas, empresa brasileira de reflorestamento apoiada por Vale, Marfrig, Suzano, Santander Brasil, Itaú e Rabobank, lançou seu primeiro grande projeto: a restauração de 1,200 hectares de Mata Atlântica na Bahia. O Projeto Mucununga representa um investimento de US$ 9.7 milhões para plantar mais de 2 milhões de árvores nativas, com o objetivo de regenerar um dos ecossistemas mais biodiversos do mundo, porém ameaçado.

"A Mata Atlântica é um hotspot de biodiversidade" dito Fabio Sakamoto, CEO da Biomas, enfatizando que a infraestrutura da região e a posse segura de terras a tornaram um ponto de partida estratégico. Atualmente, restam apenas 12% da Mata Atlântica original, apesar de ela já ter coberto áreas que hoje abrigam dois terços da população brasileira.

Fabio Sakamoto, CEO da Biomas

O esforço de reflorestamento, em parceria com a Veracel Celulose, deverá gerar cerca de 500,000 créditos de carbono nas próximas quatro décadas — cada crédito compensando uma tonelada de emissões de dióxido de carbono. A Biomas se diferencia de outros players emergentes, como Mombak e re.green, por começar no corredor Atlântico, embora Sakamoto confirmou que "Nosso foco está tanto na Mata Atlântica quanto na Amazônia. Nos últimos anos, temos mapeado oportunidades em ambos os biomas.. "

O projeto reflete a Biomas visão sistêmica da restauração ecológica, considerando a reconstrução de ecossistemas como o realinhamento do solo, da água, da biodiversidade, da economia e da sociedade. No Projeto Muçununga, atividades como mapeamento de terras degradadas, planejamento de reflorestamento e engajamento comunitário operam simultaneamente para gerar resultados que vão além da captura de carbono.

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"O retorno da floresta ajudará a manter temperaturas mais baixas e água mais limpa, aumentando a produtividade agrícola e o bem-estar das pessoas, plantas e animais," A empresa observou em seu anúncio do projeto que a consulta à comunidade e a escuta ativa foram incorporadas desde o início do projeto para garantir um impacto social positivo.

Este lançamento marca o primeiro passo na ambição mais ampla da Biomas: restaurar milhões de hectares de terras degradadas ou improdutivas em todo o Brasil nos próximos 20 anos.

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